A Orquestra Rio Camerata foi fundada em 1986 pelo Maestro Israel Menezes.
A Orquestra tem tido desde então, grande participação no cenário musical do Rio de Janeiro. Realizou concertos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na Sala Cecília Meireles, Museu de Arte Moderna (MAM), Sala Baden Powell, Sesc, Senai, Leme Tenis Clube, Teatro da UFF, Teatro do Clube Hebraica, Associação Scholem Aleichem,Teatro Ziembinsky, Aliança Francesa, Museu Nacional de Belas Artes, Finep, Casa de Rui Barbosa, Radio MEC, Sala Itália, IBAM, Paço Imperial, Museu da República, Museu Histórico Nacional, Centro Cultural Light, Casa de Cultura da Universidade Estácio de Sá, Golden Room do Copacabana Palace, Espaço Cultural Sergio Porto, Espaço Cultural dos Correios, Teatro Carlos Gomes, Salão Leopoldo Miguez, Casa França-Brasil, Praça da Matriz em Teresópolis, Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), igrejas e escolas e no Teatro da Universidade Santa Úrsula (onde realiza seus ensaios). Participa há vários anos ativamente do excelente projeto "Música no Museu", realizando concertos em vários locais.
Teve como solistas em seus concertos, importantes nomes tais como: Jose Botelho (Clarineta), Noel Devos (Fagote), Aloisio Fagerlande (Fagote), Philip Doyle (Trompa), Bernardo Katz (Violoncelo), Harold Emert (Oboé), Flavio Melo (Trompete), Luis Cuevas (Flauta), Murilo Barquete (Flautim), Cássio Mendonça (Clarineta), Daniel Passuni (Violino), Duo Santoro (Violoncelos), Claus Collatz (Violino), Iva Rossi (Violino), Sônia Katz (Violino), César Salem (Violino), João Vilarinho (Oboé), Pierre Descaves (Oboé), Carlos Rato (Flauta), Cremilda Marques (Violino), Maria Célia Machado (Harpa),Rubem Schuenk(Flautim) Vanja Ferreira (Harpa), Rubens Brandão (Trompete), Elione Medeiros (Fagote), Ruth Staerke (Soprano), Grace Castro (Soprano), Teresa Fagundes (Soprano), Sérgio Vilella (Barítono), Marcelo Coutinho (Barítono), Danielle Gregório (Soprano), Márcia Euzébio (Soprano), Maristane Rezende (Mezzo soprano), Wladimir Pinheiro (Barítono), Marcelo Sader (Tenor), Antônio Pedro de Almeida (Tenor), Roberta de Marchi (Contralto).
Em seus concertos, também utiliza músicos da própria Orquestra como solistas, no sentido de valorização e prestígio de seus componentes. Em maio de 1998 foi reconhecida de utilidade pública pelo governo do Estado do Rio de Janeiro.